Aqui está o texto na versão Almeida Revista e Atualizada (ARA), seguido de uma breve análise dos seus pontos principais:
O Convite ao Louvor ¹ Vinde, cantemos ao Senhor; jubilemos à rocha da nossa salvação. ² Apresentemo-nos ante a sua face com louvores, e celebremo-lo com salmos. ³ Porque o Senhor é Deus grande, e Rei grande sobre todos os deuses. ⁴ Nas suas mãos estão as profundezas da terra, e as alturas dos montes são suas. ⁵ Seu é o mar, pois ele o fez, e as suas mãos formaram a terra seca. ⁶ Ó, vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do Senhor que nos criou. ⁷ Porque ele é o nosso Deus, e nós povo do seu pasto e ovelhas da sua mão.
A Advertência contra a Incredulidade Se ouvirdes hoje a sua voz, ⁸ Não endureçais os vossos corações, como em Meribá e como no dia da tentação no deserto; ⁹ Quando vossos pais me tentaram, me provaram, e viram a minha obra. ¹⁰ Quarenta anos estive desgostado com esta geração, e disse: É um povo que erra de coração, e não tem conhecido os meus caminhos. ¹¹ Por isso jurei na minha ira que não entrarão no meu repouso.
Este Salmo é um poderoso lembrete de que a adoração não é apenas "cantar", mas sim reconhecer quem Deus é e manter um coração ensinável.
A Soberania de Deus (v. 3-5): Ele é o Criador de tudo, desde as profundezas dos oceanos até o topo das montanhas. Isso nos dá segurança.
O Relacionamento de Cuidado (v. 7): Ele é o Pastor, e nós somos o Seu rebanho. Existe uma intimidade e um cuidado direto de "sua mão".
A Importância do "Hoje" (v. 7-8): O salmista alerta que a obediência deve ser imediata. Endurecer o coração (como o povo de Israel fez no deserto) nos impede de desfrutar do "repouso" ou da paz que Deus oferece.
Este Salmo é amplamente citado no Novo Testamento, especificamente no livro de Hebreus (capítulos 3 e 4), para enfatizar que o convite de Deus para entrar no Seu descanso ainda está aberto para nós hoje.