O Torneio Seletivo será realizado na cidade de Barra do Piraí (RJ). Durante a etapa presencial, os estudantes enfrentarão provas teóricas, observacional real e/ou de planetário e de carta celeste.
Como participar
Para disputar uma vaga na olimpíada internacional ou latino-americana, os alunos do ensino médio precisam obter nota igual ou superior a 7, na prova da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) do ano anterior. Já os estudantes do 9º ano do ensino fundamental devem alcançar nota igual ou superior a 9.
Em seguida, os classificados participam de três provas on-line de nível progressivamente mais elevado. A classificação considera média ponderada, com pesos crescentes para cada avaliação, valorizando desempenho técnico e evolução ao longo do processo.
Após esta etapa, serão escolhidos 45 estudantes para os treinamentos oficiais de 2026. A formação do grupo considera a média final e critérios específicos que ampliam a representatividade, incluindo vagas destinadas a meninas, estudantes de escolas públicas e alunos do primeiro ano do Ensino Médio.
Ao final do processo de treinamentos, serão definidos 5 jovens para representar o Brasil na IOAA, 5 para OLAA, além de 5 suplentes.
Organização, apoios e embaixadores OBA
A OBA é realizada pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB) e conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), com os Deputados Federais Tabata Amaral, Vitor Lippi, Ismael Alexandrino, Senador astronauta Marcos Pontes, Centro Universitário Facens, BTG Pactual, Bizu Space e Força Aérea Brasileira.
A OBA ainda tem como embaixadores os canais Manual do Mundo e AstroBioFísica.