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Paraná recebe equipamentos para fortalecer Hemorrede e produção de hemoderivados

São 32 novos equipamentos de alta tecnologia para o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar). O objetivo de modernizar a Hemorrede estadual, aumentar a capacidade de armazenamento e a qualidade do plasma sanguíneo.

Por: Redação Fonte: AEN
29/11/2025 às 08h08
Paraná recebe equipamentos para fortalecer Hemorrede e produção de hemoderivados
Paraná recebe equipamentos para fortalecer Hemorrede e produção de hemoderivados Foto: SESA

A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) e o Ministério da Saúde realizaram a entrega simbólica de 32 novos equipamentos de alta tecnologia para o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar), nesta sexta-feira (28). O investimento de mais de R$ 4,8 milhões, que faz parte do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), tem o objetivo de modernizar a Hemorrede estadual, aumentar a capacidade de armazenamento e a qualidade do plasma sanguíneo.

O investimento contempla a aquisição de 32 equipamentos para a cadeia de frio do sangue, incluindo blast freezers, ultrafreezers e freezers. Eles são importantes para o congelamento ultrarrápido e o armazenamento do plasma em temperaturas inferiores a -30ºC, preservando suas proteínas e garantindo a integridade para uso seguro. Dois destes equipamentos já estão no Hemepar de Curitiba. Dos outros 30 freezers previstos, 25 têm entrega estimada até dezembro de 2025 e outros cinco devem chegar até abril de 2026.

Para o secretário de Estado de Saúde do Paraná, Beto Preto, a ampliação da capacidade dos hemocentros é um importante passo, mas a doação de sangue segue fundamental. "É uma importante parceria para a modernização e segurança dos nossos pacientes. Sangue é algo absolutamente insubstituível. Agradecemos aos paranaenses por seus corações generosos", disse.

O diretor-geral da Sesa, César Neves ressaltou que os recursos do PAC são importantes para a modernização e reforçou a necessidade da doação de sangue. “Também estudamos a ampliação dos nossos espaços físicos para dar mais conforto para aqueles que vêm até o banco de sangue. Doar sangue é um ato de solidariedade humana e que salva vidas”, afirmou.

 

TECNOLOGIA – Os novos equipamentos fortalecem a capacidade instalada da Hemorrede e ampliam a oferta de plasma destinado à Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás). O plasma é a matéria-prima para a produção de medicamentos estratégicos para o Sistema Único de Saúde (SUS), como os Fatores VIII e IX da coagulação, albumina e imunoglobulina.

A diretora do Hemepar, Vivian Patricia Raksa, explicou que os equipamentos são utilizados para a geração de plasma, um dos quatro hemocomponentes produzidos a partir de uma única bolsa de sangue doada. Segundo ela, eles chegam com o objetivo de otimizar os processos de trabalho e comportam um número maior de bolsas para o congelamento ultrarrápido do plasma.

“Esses equipamentos vêm para somar e ampliar a capacidade produtiva do nosso Hemocentro. Hoje, nós atendemos em média de 200 doadores por dia, uma produção de 179 hemocomponentes e bolsas coletadas que serão processadas nos diversos tipos de hemocomponentes. Para que a gente venha a ter todos os tipos de hemocomponentes necessários, a gente precisa do doador de sangue”, observou.

Elizabete Matheus, superintendente estadual do Ministério da Saúde no Paraná, ressaltou que a iniciativa tem como objetivo melhorar a qualidade do sangue e a rede de hemoderivados no Brasil, o que pode reduzir a dependência de importações e avançar na soberania sanitária. “Para nós é uma satisfação muito grande estar aqui. É um equipamento de última geração, que congela rapidamente o plasma e contribui com os hemoderivados e produção de medicamentos para usuários do SUS”, destacou.

 

DISTRIBUIÇÃO – A distribuição completa dos equipamentos beneficiará cinco unidades do Hemepar qualificadas para o envio de plasma à Hemobrás, em Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu. Com a modernização do parque tecnológico da Hemorrede Pública Nacional, a expectativa é de um aumento inicial de pelo menos 30% no aproveitamento do plasma, qualificando o atendimento a pacientes críticos e consolidando a soberania sanitária do Brasil.

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