Em março de 2025, após a Deputada Federal ser nomeada Ministra-Chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, o Deputado Federal goiano proferiu diversas ofensas de cunho sexual contra Gleisi Hoffmann e, também, contra Lindbergh Farias, no "X", antigo Twitter. O juízo de primeiro grau entendeu que as falas foram "impropérios", mas o TJDFT reformou o entendimento para afastar a imunidade parlamentar e condenar o ofensor ao pagamento de indenização por danos morais, bem como para determinar que seja realizada retratação pública, na mesma rede social, no prazo de até 10 (dez) dias.
O TJDFT reafirmou a intolerância do Judiciário à violência política de gênero, reconhecendo que a imunidade parlamentar não é salvo-conduto para a propagação de ofensas desmedidas nas redes sociais.