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Fafen-PR volta a produzir amônia e contribui para reduzir importações de fertilizantes, destaca Gleisi 

A reabertura era um dos compromissos do presidente Lula, que determinou à Petrobras as medidas necessárias para que a unidade voltasse a operar e os trabalhadores fossem recontratados.

Por: Redação Fonte: Assessoria/Gleisi Hoffmann
16/04/2026 às 15h00 Atualizada em 16/04/2026 às 16h54
Fafen-PR volta a produzir amônia e contribui para reduzir importações de fertilizantes, destaca Gleisi 
Assessoria

 

A deputada federal Gleisi Hoffmann celebrou a retomada das operações da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados de Araucária (Fafen-PR), que voltou a produzir amônia nesta terça-feira, 14. No domingo, 12, a unidade já havia reiniciado a produção de gás carbônico e, nos próximos dias, deverá retomar também a fabricação de ureia.

Após mais de quatro anos de paralisação, período em que os trabalhadores foram demitidos, a fábrica foi reaberta no segundo semestre de 2024, resultado de intensa mobilização liderada por Gleisi e pelos trabalhadores do setor. A Petrobras destinou um investimento de R$ 1,2 bilhão para dar início ao processo de reativação da unidade.

“A reabertura era um dos compromissos do presidente Lula, que determinou à Petrobras as medidas necessárias para que a unidade voltasse a operar e os trabalhadores fossem recontratados. Com essa decisão, a Fafen retomou suas atividades e contribuirá para a redução da dependência das importações de fertilizantes no país”, destacou a deputada.

A Fafen PR foi paralisada e colocada à venda pelo governo Bolsonaro, após a então gestão da Petrobras retirar a empresa do setor de fertilizantes. A fábrica foi reaberta no segundo semestre de 2024, com o retorno de parte do pessoal da operação e manutenção, e voltou a operar em março de 2025. 

Antes de ser hibernada, a Fafen PR era responsável pela produção de 30% do mercado brasileiro de ureia e amônia e de 65% do Agente Redutor Líquido Automotivo (ARLA 32), aditivo para veículos de grande porte que atua na redução de emissões atmosféricas. Ou seja, o fechamento da unidade fez com que o país deixasse de produzir por dia 2 mil toneladas de ureia e 1.300 toneladas de amônia.

A amônia é matéria-prima essencial para os setores de fertilizantes e petroquímico. Já a ureia é o fertilizante nitrogenado mais demandado no Brasil, com consumo nacional da ordem de 8 milhões de toneladas por ano.

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