
O deputado Zeca Dirceu (PT) disse nesta terça-feira, 3, que o Acordo Mercosul-União Europeia, além de ampliar um mercado de 450 milhões de pessoas, vai fortalecer a integração dos países na América do Sul. "Não será apenas exportação de commodities, mas sim ampliar as cadeias produtivas, com produtos de excelência de valor agregado que vai atender os países do Cone Sul e fortalecer a integração do Brasil com o Paraguai, Argentina e Uruguai", apontou Zeca Dirceu na audiência dos deputados Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul com o ministro Geraldo Alckmin (Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços).
O acordo precisa ser aprovado pelos parlamentos dos quatro países. No Brasil, o presidente Lula (PT) já encaminhou a proposta à Câmara dos Deputados que será votada, adianta Zeca Dirceu, logo depois do Carnaval (a partir de 19 de fevereiro). "A Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul vai analisar o texto já na próxima semana e o acordo será votado ainda em fevereiro", destacou o deputado, membro do Parlamento do Mercosul.
"Levamos ao ministro, a preocupação do setor produtivo nacional que defende a criação de garantias também para os produtos brasileiros em resposta às medidas protetivas aplicadas por países europeus. Essa questão será dirimida na análise da proposta pelo Congresso Nacional", completou.
O acordo assinado em dezembro com a UE eliminará tarifas para 92% das exportações do Mercosul, no valor de US$ 61 bilhões. O acordo implica o acesso preferencial à UE, um mercado de 450 milhões de pessoas e cerca de 15% do PIB mundial. "É um mercado grande e o acordo representa o multilateralismo defendido pelo presidente Lula. Em três anos, Lula abriu 521 mercados internacionais (eram 53 em 2022) para a agropecuária em 81 países", apontou o deputado.
O deputado disse ainda que o acordo entre os dois blocos tem potencial para criar cerca de 21,8 mil empregos no Brasil a cada R$ 1 bilhão exportado para a Europa. "A projeção é da Confederação Nacional da Indústria que prevê o aumento do comércio, com o Brasil passando a acessar 36% do mercado global de bens", pontuou.
Zeca Dirceu destacou ainda que o acordo vai fortalecer a integração regional e diminuir assimetrias entre os países. "Sou Paraná, um estado fronteiriço ao Paraguai e à Argentina, e sei que a integração da América Latina passa pelo fortalecimento das relações, além das relações comerciais, entre os países do Mercosul. Isso já acontece em Foz do Iguaçu, Guaíra e outras cidades do estado integradas em várias áreas como a cultura, turismo e educação". Acordo Mercosul-UE vai fortalecer integração na América do Sul, diz Zeca Dorceu
O deputado Zeca Dirceu (PT) disse nesta terça-feira, 3, que o Acordo Mercosul-União Europeia, além de ampliar um mercado de 450 milhões de pessoas, vai fortalecer a integração dos países na América do Sul. "Não será apenas exportação de commodities, mas sim ampliar as cadeias produtivas, com produtos de excelência de valor agregado que vai atender os países do Cone Sul e fortalecer a integração do Brasil com o Paraguai, Argentina e Uruguai", apontou Zeca Dirceu na audiência dos deputados Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul com o ministro Geraldo Alckmin (Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços).
O acordo precisa ser aprovado pelos parlamentos dos quatro países. No Brasil, o presidente Lula (PT) já encaminhou a proposta à Câmara dos Deputados que será votada, adianta Zeca Dirceu, logo depois do Carnaval (a partir de 19 de fevereiro). "A Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul vai analisar o texto já na próxima semana e o acordo será votado ainda em fevereiro", destacou o deputado, membro do Parlamento do Mercosul.
"Levamos ao ministro, a preocupação do setor produtivo nacional que defende a criação de garantias também para os produtos brasileiros em resposta às medidas protetivas aplicadas por países europeus. Essa questão será dirimida na análise da proposta pelo Congresso Nacional", completou.
O acordo assinado em dezembro com a UE eliminará tarifas para 92% das exportações do Mercosul, no valor de US$ 61 bilhões. O acordo implica o acesso preferencial à UE, um mercado de 450 milhões de pessoas e cerca de 15% do PIB mundial. "É um mercado grande e o acordo representa o multilateralismo defendido pelo presidente Lula. Em três anos, Lula abriu 521 mercados internacionais (eram 53 em 2022) para a agropecuária em 81 países", apontou o deputado.
O deputado disse ainda que o acordo entre os dois blocos tem potencial para criar cerca de 21,8 mil empregos no Brasil a cada R$ 1 bilhão exportado para a Europa. "A projeção é da Confederação Nacional da Indústria que prevê o aumento do comércio, com o Brasil passando a acessar 36% do mercado global de bens", pontuou.
Zeca Dirceu destacou ainda que o acordo vai fortalecer a integração regional e diminuir assimetrias entre os países. "Sou Paraná, um estado fronteiriço ao Paraguai e à Argentina, e sei que a integração da América Latina passa pelo fortalecimento das relações, além das relações comerciais, entre os países do Mercosul. Isso já acontece em Foz do Iguaçu, Guaíra e outras cidades do estado integradas em várias áreas como a cultura, turismo e educação".

